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“E agora, cadê os likes?”

Alguns estudos já apontaram que as redes sociais são mais viciantes que cigarro e álcool e que, dentre elas, o instagram é a mais nociva a saúde mental, devido ao fato de que 90% dos jovens com idade entre 14 e 24 anos usam as redes e representam o maior grupo etário de usuários.

Devemos levar em consideração que, nessa mesma parcela da população, houve um aumento de 70% nas taxas de ansiedade e depressão ao longo dos últimos 25 anos.

As rotinas e estilos de vida compartilhados constantemente e em grande volume, acabam afetando egos e gerando comparações e expectativas ilusórias relacionadas as diferentes realidades, principalmente entre os jovens. E com isso o número de “Likes” acabou sendo considerado (equivocadamente) o melhor medidor do engajamento de uma publicação.

Mas, a mais recente atualização realizada pela plataforma (já prevista), nos faz pensar que a rede está realmente preocupada com o comportamento de seus usuários no que diz respeito a saúde mental, e isso acabou levantando diversos questionamentos que devem sim serem discutidos.
Entre eles: ˜E agora, como medir engajamento?”.

Primeiramente, é muito importante lembrá-los que o número de curtidas não é o único medidor de engajamento. A partir de agora, muitos compreenderão de uma vez por todas que existem diversos outros pontos que podem servir como avaliador da qualidade, utilidade e perfomance de, nesse caso, um post.

Observe os compartilhamentos, comentários, métricas de alcance, impressões e o mais importante: o quanto aquele post acrescentou a você. Afinal, nenhuma publicação será útil para todos. Elas são pensadas e feitas para grupos específicos de pessoas.

E no mais, vida social que segue.


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